À domadora dos Homens e dos Deuses

Ontem a noite estive conversando com Selene.
Contando minha história
E como conseguir juntar tantas moedas.
Mas ela, muda como sempre, apenas me ouvia.

Dizia para ela que hoje eu viria
Que pelo menos a ti escreveria
Pedinto para que me envie teu filho, o Caronte.
Essa moeda é para pagá-lo.

Deixe que me diga quantas moedas necessário for
A ele tenho muitas
Mas apenas uma viagem quero fazer
Atravessar o Aqueronte sozinha.

Seria feliz um dia, no qual me deitaria
e pela manhã não mais me levantaria.”

E ao chegar em casa, a jovem professora encontrou esse poema entre os poemas de seus alunos do sétimo ano, mas era tarde demais enquanto ela lia a promissora aluna saltara da varanda do sexto andar.

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